Trinta decisores, três meses, sem crachá. Não existe outra sala como essa no Brasil — e ela não se compra: só se patrocina.
CEOs e C-levels de multinacionais e grandes empresas nacionais; fundadores de empresas maduras pensando em sucessão, conselho ou venda; herdeiros e sucessores da próxima geração; conselheiros e investidores que redesenham o próprio papel. Trinta pessoas assim, escolhidas pela indicação e pela conversa com os fundadores — nunca pelo cargo.

Uma empresa por categoria: “a auditoria, o banco, a seguradora por trás do One Percent Club”.
Trinta decisores em estado de abertura — não numa feira, num círculo de confiança.
Duas cadeiras para executivos da própria empresa, que passam pela mesma curadoria.
Assento enquanto durar o patrocínio: voz na curadoria, nos critérios e no futuro do Club.
Na imersão em Campos do Jordão, com a turma inteira.
Quem funda, funda uma vez. Direito de renovação para as turmas seguintes.
Os patrocinadores fundadores, enquanto durar o patrocínio, e nomes de referência no empresariado brasileiro convidados como notáveis — um conselho que zela pelos critérios e pela integridade do círculo, sem decidir nomes.
Uma reunião de quarenta minutos com os fundadores, para apresentar o banco de mestres, a lista da Turma Fundadora em formação e a minuta de patrocínio. Sem deck além dessa conversa: a conversa é a proposta.
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