Trinta cadeiras. Início no primeiro trimestre de 2027, em São Paulo. Selamento em junho, na serra.
C-levels e alta gestão que conduzem a transformação das suas empresas — e sabem que o repertório que os trouxe até aqui não basta para o que vem.
Quem carrega uma herança poderosa com responsabilidade e decide construir uma identidade própria — dentro ou além dessa história.
Sócios de empresas maduras que ergueram negócios sólidos com visão, risco e coragem, e agora querem levá-los ao próximo patamar sem perder o que os fez nascer.
Quem atua em conselhos e portfólios e quer decidir com mais clareza sobre as empresas que ajuda a conduzir.
Em três meses: sete presenciais em São Paulo, de quatro a seis horas, e cinco virtuais, de duas a três.
A imersão de selamento em Campos do Jordão — a carta ao futuro, o objeto, a palavra-âncora.
Pessoas na mesma fase de vida, que sabem quem você é sem o crachá.
Quem entra na primeira turma entra para sempre: prioridade nos movimentos seguintes.
Cada encontro é conduzido por quem faz aquilo há décadas — não por um professor que fala sobre: governança e conselhos, liderança e performance humana, cultura e sucessão, autoconhecimento estruturado, circo e teatro, estética e longevidade. Nomes e biografias são apresentados na conversa com os fundadores.

Uma leitura nítida, sem autoengano, de quem você é hoje — e dos padrões que já cumpriram o seu papel.
Pensamento, emoção e ação apontando na mesma direção. A base de uma liderança autoral.
Um círculo de iguais para as conversas que não cabem em nenhum outro ambiente.
Uma palavra-âncora, um objeto, uma carta ao seu eu de daqui a cinco anos. Um pacto, não um certificado.
Se alguém do círculo indicou você, este é o caminho.